
2007-09-22
2007-09-19
Macaco Pelado - conversa com os amigos.
Ola, queridos leitintes e Macacada em geral. Voltei a ter internet em casa, apois um longo periodo de lan, a coisa toda voltou ao normal... Posso dividir aqui no cantinho as coisas me atravessaram nestes meses de cidade nova.2007-09-18
Que tipo de plateia nós queremos - Reflexões
O publico ficava na plateia do teatro e também em uma arquibancanda sobre o palco. Um grupo de jovens se colocou nesta arquibancanda. O coisa toda começou e alguns destes jovens se manifestaram com sons, ou palmas em horas não esperadas. O coordenador do projeto se sentiu incomodado e "interviu na intervenção". Como tudo isso aconteceu no palco o público que estava na palteia percebeu que algo estava estranho, eu mesmo, achei que o coordenador fosse o professor dos jovens que não havia aprovado a ação legitima dos meninos. No debate nós ficamos sabendo o dialogo da ação; o coordenador disse para os rapazes que não estava certo intervir daquela maneira. O garotos se defenderam dizendo que eles estavam se sentindo impelidos a participar, pois desde o momento que eles entraram no teatro já não eram simples espectadores. Alguns disseram que concordavam com o coordenador, que ali era o momento apenas de observar, outros, como eu, achavam legitima a manifestação e que não havia nos rapazes um manifestação de boicoite. 2007-08-16
Ruy Filho - Sobre o Super Night Shot


Não falo apenas sobre estruturas aparentemente rígidas como personagem, enredo, conflito, diálogo; tampouco de mecanismos como iluminação, cenografia e sonoplastia. O teatro se faz com isso tudo, sim, mas também na armadilha da manipulação desses elementos, na escolha pela ausência de um e outro, no desconstruir parâmetros clássicos.
2007-07-30
AFCÇÕES - Nós todos, juntos, tudo... Somos Deus!
Procuro viver cada momento. Aproveito o máximo minhas experiências
Nestes anos todos, desde que comecei a fazer teatro, (Porque comecei?) foram anos inteiros, dias corridos, horas profundas, pessoas interessantes, o prazer de se sentir vivo... Na universidade, no curso com o Mario de Oliveira, na C.A.L., na Martins Pena, em todos os espetáculos e grupos do qual fiz e faço parte, teatro empresa e nas escolas. Em todos estes lugares conheci pessoas estranhas incríveis e quem não é estranhamente incrível. Como natureza naturante e natureza naturada fui me transformando, vivi independente de mim.
Agora, que tudo começa a fazer sentido, como escolhas, como coisa que se transmuta, sempre em relação, no relacional das relações, tenho me feito perguntas, o que faço com tudo isso que sou? Qual será minha função?
Tomo parte, logo existo... Se Deus é as arvores, as folhas, os rios, os homens, a substancia, acredito nele como Deus que sou... Ligado a tudo e a todos numa mesma substancia de modos diferentes... Nada é igual; todos, tudo, coisa, mundo... Tudo faz parte de uma mesma essência em movimento, feita de pluralidade, de multiplicidade... A vida segue independente da gente.
Minha função talvez seja essa, estar vivo e vivo viver. Por tanto as próximas horas farei tudo novamente, não olharei simplesmente, não falarei a toa, não estarei só por estar, não julgarei meus atos, não pedirei permissão, não sofrerei a dor de culpa alguma, não haverá arrependimento. Também falarei só por falar, olharei só por olhar, estarei só por estar, viverei intensamente minhas expressões, meus sentimentos, darei ordens ao universo, gritarei aos céus, tomarei parte daquilo que sou parte e farei tudo isso independente de mim. Como corpo sem órgãos, rolarei pelos campos verdejantes. Vou chorar, desculpe mais eu vou chorar... E vou rir também, vou rir muito, não farei nada que seja pouco e pouco farei o que não seja nada, mas se nada fizer, farei nada muito, muito nada, vagarei pelo nada.
Comigo a coisa é minha potencia ativa de viver, minha vida nova é sempre nova. Vivo agora, neste instante. Impulsiono minhas forças ativas, minhas forças de criação, me deixo afetar sem ressentir, apenas sinto. Se algo é bom, me compõe e aumenta minha existência, se algo é mau, me decompõe e diminui minha existência, mas o fato é, seja uma paixão triste ou uma paixão alegre, ambas me fazem agir. A vida é ação, força, encontro, relação, disputa de força. A natureza é sempre positiva. Eu sou a natureza e ela, sou eu.2007-07-27
Minha mulher quer que eu mude
Eu sou um homem de tipo esquisito... Não gosto de ter conta bancaria, não quero ter telefone celularl, não tirei minha carteira de motorista, não tenho um emprego fixo... Vivo as custas do meu esforço e controle da minha linda mulher, elea tem se esforçado para controlar tudo... chega uma hora que cansa. Agora ela quer que eu mude, tão certa ela... Vou ter que ser mais indenpendente. Farei uma conta bancaria, comprarei um telefone... e serei mais responsavel.
Droga! Essa vida nos obriga demais.
2007-06-25
Um Pouco de Fugant na veia - Spinoza, Nietzsche, Deleuze...
Hoje foi à noite do Fugant. Nosso filosofo particular, um pensador refinado. Saio sempre muito afetado. Parece que tudo que é dito, faz um sentido muito claro em minha experiência pessoal. Nesse encontro nós permanecemos com Nietzsche, entramos um pouco na má consciência, no ser ativo e reativo, no julgamento, no valor do bem e do mau, do útil e do inútil. Antes de transcrever o que anotei na aula, vou falar um pouco do que me afeta. O Fugant tem uma capacidade incrível de tirar de nós o chão, mostra aquilo que nos afasta do que podemos. Aponta o dedo na nossa própria historia e indica o porquê de sermos como somos. O poder da cultura que nos é imposta goela abaixo, o que é pior, com nossa conivência. Por isso estamos tão afastados daquilo que podemos. O tal do pecado infinito, a culpa, o medo. É disso que o poder se alimenta. Dá até medo quando você começa a fazer algumas relações simples, por exemplo, com as musicas de ninar (Boi, boi, boi. Boi da cara preta pega essa criança que tem medo de careta), na bandeira do Brasil esta escrito Ordem e progresso, tiraram até o amor da frase original, a frase inteira: Ordem, amor e progresso. Os sacerdotes construíram uma jaula para o ser ativo, com o intuito de proteger os reativos. O preço desta proteção é caro. Dura uma vida e mais muitas. Abaixo um pouco do que anotei do encontro com o Fugant:desconstrução do que separa a vida do que ela pode.
Força reativa = força de conservação. Força ativa = Força de criação.
Como nos tornamos criadores. Na medida em que criamos uma obra de arte, criamos a nós mesmos.
Não existe natureza humana, isso é uma ilusão, um modo reativo de viver.
Os Homens precisam de imagens e símbolos, pois são incapazes de acontecer.
Natureza para Nietzsche é feita de forças.
Não há verdade, a verdade é a direção de uma força.
Não é o juízo que julga, a força é quem interpreta na relação. Vida só acontece em relação.
Algo é aquilo que pode. Nietzsche parte de uma ausência de juízo. Isso coloca a arte refém da moral.
O sistema de juízo afasta o homem do que ele pode. Viva e deixe viver. A arte, deste ponto de vista, vai virar instrumento de controle de conservação. Policial das sensações.
Não adianta matar o poder, matar Deus, matar o juízo para depois exerce-lo. Por exemplo, os movimentos de esquerda que dizem: Vamos dividir o poder! Nietzsche descarta o juízo, ataca o uso da linguagem e sistema de representação.
A divida infinita. A culpa é do outro no ressentimento e minha na má consciência. Nós vamos ligar essa maneira de viver ao cristianismo, não o cristianismo criado por Jesus, mas aquele criado na idade media por São Paulo. O homem se realiza no pensamento e na sensibilidade. Do ponto de vista de Nietzsche tudo é sintoma de forças em relação. O corpo é uma composição de forças. Tudo é corpo.
Ser capaz de acontecer é o mesmo que ser ativo. Vivo, sou parte, logo existo.
O sentido da improvisação – o rigor da improvisação – ação – Fluxo – digestão – consciência.
O Homem reativo sofre da vida, padece da vida. Se sente injustiçado.Aquele que fica na marca, ressentindo, sentindo novamente infinitamente, exemplo: Sofre por aquilo que outro lhe fez, culpa o outro ou a si mesmo... Vive neste universo da culpa e não esquece jamais. A vida fresca vira sempre vida velha.
O que nos move a criar? A fazer arte?
Todo moralista identifica o mau fora.
Bom senso e senso comum são os pilares da má consciência.
O Sacerdote do ressentimento – aquele que cria, formula o julgamento. O anterior, o certo e o errado, o mau e bem. O ser ativo cria e não pede licença. No virtual não tem autoridade. sacerdote inventou a vergonha. Nietzsche diz: O homem é o animal que tem as faces vermelhas.
O teatro e seu duplo – Artaud - Leitura.
O primeiro aspecto da má consciência é a criação da dor, a expansão da dor. A tendência a achar que o mau esta sendo criado em mim. O pecado infinito.
O adolescente é a transição da passagem da criança para o adulto, por isso ele cria dor para si mesmo, pois precisa sair da irresponsabilidade criativa da infância, para a responsabilidade que nos é cobrada pela sociedade. Nilton Santos dizia que rebeldia era importante para que o jovem transgrida as leis e questione sua realidade.
Contra a democracia! A sociedade precisa encontrar o horizonte comum das relações e não as leis.
Precisamos transmutar a força reativa para que ela seja função da força ativa.
São Paulo cria a dor e a culpa no individuo. Foi por isso que a igreja condenou a comedia, pois o único remédio para dor é o juízo final.
Nietzsche.
São Paulo nos cria uma divida tão imensa e infinita que somente o perdão de Deus pode pagar. Por isso Cristo morreu por nós. Para nos livrar do pecado.
O poder usa o juízo e desqualifica.
Não há no fundo da natureza, uma culpa, uma falta, um erro. Ao cego não falta nada, você é aquilo que pode.
2007-05-07
Depois do grande sucesso no Festival de Curitiba O Monologo da Puta no Manicomio em curta temporada no Rio
Amigos e amigas de todo Braisil e adjacencias
É com grande satisfação que eu e a Mirian Meee informamos a estréia da peça
O monólogo da puta no Manicômio, nas quartas feiras de maio a partir do dia 9, às 21h, no espaço alternativo "desculpe, eu sou chique" na rua alice, 75,laranjeiras.
Como vcs sabem, estar em cena em espaços não subvencionados é um grande desafio...
Por isso contamos com a força dos amigos, prestigiando o nosso trabalho, indicando e se possível repassando esta comunicação... Até lá, grande abraço,
Fernando Lopes Lima e Mírian Meee
2007-04-07
Minha linda mulher escreveu em seu blog - Tá certa ou não tá?

O "POBRE" produtor cultural da GRANDIOSA peça "Império", ex-gestor municipal dos teatros carioca (que pediu recursos da própria prefeitura para SEU espetáculo - “Ainda de acordo com o jornal O Globo, o motivo do pedido de demissão vai além da verba não liberada para o musical Império. Dos R$ 8 milhões destinados ao custeio da folha de pagamento e manutenção de toda a rede, quase nada estava previsto para investimento e patrocínio de espetáculos” – O Fuxico,[1] ), Miguel Falabella (MF), desabafou em entrevista: JB - CABDERNO B - 05/04/2007 (JB)“JB: O que mudou depois de vc entregar o cargo de gestor municipal de teatro e denunciar a falta de verba?MF: Nada mudou. Os SALÁRIOS (Atenção os atores de Falabella não recebem apenas 2% de bilheteria, como os reles mortais do teatro off-comercial, e sim SALÁRIOS!!!!!!!), por exemplo , continuam atrasados e a ínfima verba de patrocínio continua a mesma. (atenção os atores de Falabella contam com verba de patrocínio !!! Se eles têm patrocínio porque precisam da bilheteria?) A minha decisão é irrevogável. Não sou mais gestor da rede municipal de teatros".(...)"JB: Qual sua opinião sobre a polêmica da meia-entrada?MF: Isso é criminoso. Carteirinha de estudante virou uma máfia. Hoje, se compra em banca, no Centro da cidade. Vão acabar esvaziando o teatro com essa palhaçada. (Ele se esquece que quem enche os teatros hoje são os idosos – que chegam a fretar transporte para o evento e ainda os “famigerados” estudantes, que ainda podem pagar pelo entretenimento, já que existe a MEIA-ENTRADA!) Mas pensando bem, a meia-entrada é a cara da política pública Brasileira (Todos os lugares de 1o. Mundo utilizam a meia-entrada para formação de público pensante e cultural, é uma conquista muito importante). Criam a lei sem pensar nas implicações sem consultar as partes envolvidas e sem dar condições para que seja cumprida."Agora vamos a reflexão sobre essas palavras...Em que planeta vcs acham que esse Falabella vive?Esse é tipo do discurso de pessoas que não esperam ver o teatro tomando ruas, praças, esquinas e multiplicador de si mesmo.A intenção não deve ser dificultar o acesso do público ao teatro, muito pelo contrário.No caso de uma peça patrocinada com dinheiro público (mesmo que seja através de isenção de imposto) ela deve ter um retorno social para quem a está pagando (isso é, nós!). Quem sabe até ser apresentada de graça? Porque com o dinheiro do patrocínio a produção já estaria paga, os atores com seus salários garantidos e coisa e tal... Ou ainda a um preço simbólico, com a renda revertida para conservação do próprio espaço de encenação... Ai, se perguntassem pra mim... Eu dava um jeito nessa situação rapidinho (rsrsrs). Sei que muita gente pensa assim... E que essa oportunidade quase nunca chega.E porque que a gente não responde mesmo sem perguntarem?[1] http://ofuxico.uol.com.br/Materias/Noticias/2007/03/47880.htm.)
2007-04-06
Fiasco na Semana Cultural em Santa
Nosso repudio a esses organizadores de pessima qualidade.
Agradecemos a Reverenda da Igreja Anglicana que coloborou abrindo as portas da Igreja.
2007-03-26
Diario de BHordo
Meus queridos amigos e leitintes... A coisa aqui em Curitiba está uma maravilha, fizemos um enorme sucesso com o Pagador de Promessas (Teatro de Rua) lotamos o Largo da Ordem todas as 4 apresentações. Ayrton Baptista Jr.
Como convém ao pequeno TUC, há poucos objetos de cena. Sobra mais palco para a atriz-dominadora do texto do casal italiano Dario Fo (autor que ganhou o Prêmio Nobel de Literatura em 1997) e Franca Rame.
2007-03-17
Diario de BHordo - Pagador de Promessas

2007-03-16
2007-03-10
Morre o autor do meu livro preferido
2007-03-08
O Reino da soberba pede paz


Meu movimento é pela educação.


etica
educação

Responsabilidade

Responsabilidade, etica e educação - Depois vem a PAZ

No reino da soberda a guerra é imperativa.


2007-02-24
Seu dinheiro ta valendo quanto?
Daniela Mércury

Maria Veloso de Alceu Valença
O PAPA nadando em merda Bento XVI - Esse Papa é o capeta ou o capeta é esse Papa

2007-02-22
48 MILHÕES - LIXO NACIONAL

2007-01-26
E - U
2007-01-22
Dica de Teatro - Gran Circo Del Diablo


Humor Destruição - Anti Cia de Teatro apresenta o humor diabolico e negro do fim dos tempos. A peça é contra indicada para pessoas com problemas cardiocas, Cristãos e macumbeiros que não pagam suas mandingas... O resto tá liberando. A Anti Cia de Teatro é uma trupe de gente maluca que gosta de jogar merda no ventilador, o grupo tem como Diretor Fernando Maatz que alem de gordo maluco é talentoso feito a porra. A peça tá em cartaz na Tijuca e o endereço e horarios vc pode conferir no cartaz da peça.
Se vc é do tipo que gosta de humor e tosqueira geral este é o seu programa, agora se vc gosta de novela e de ir no pagode da Rosinha no Municipal é melhor ficar em casa.
Está é a dica da semana. Merda pra todos!


















