2010-09-20
2010-09-16
Sartirsfeito
Não estou muito bem. Mas e daí, não tem pra quem chorar. Faz dois dias que estou achando tudo muito chato. Parado. Devo ser chorão. Foda-se. Acordo com vontade de dormir e durmo quase para não acordar. Vivo com vontade do contrario e morro quase sempre na mesma hora. Voltar pra casa tem sido um não voltar pra ninguém. Pra nada. Olho para os lados e não vejo nem voce e só eu ali. Só. Saudade. Solidão.
Não sou do tipo poetinha. Nem gosto desse tipo de chato. Tá. Tem coisa ai. Vejo até luzes. No fim do túnel. Luzes. No fim de tudo. Agora o que vejo é nada. Muito ego. Muitos burros. Muita gente sem cú. Muito cuzão sem cú. E eu. Eu ali como quem não quer nada, com meu cú na mão.
Não sou do tipo poetinha. Nem gosto desse tipo de chato. Tá. Tem coisa ai. Vejo até luzes. No fim do túnel. Luzes. No fim de tudo. Agora o que vejo é nada. Muito ego. Muitos burros. Muita gente sem cú. Muito cuzão sem cú. E eu. Eu ali como quem não quer nada, com meu cú na mão.
Pelos caminhos que ando, um dia vai ser, só não sei quando. (Leminski)
2010-09-01
Play
E vejo bem de perto. Produzo pensamentos e não são mornos. Deus vomitará os mornos! Cultive mais afectos e não seja tão vaidoso. Gosto dos bichos, das pessoas que são bichos. Dos professores bichos. Dos educados bichos. Bicho tem cú. Bicho não técnica. To cansado dos burocratas; dos sacerdotes; dos que querem o sucesso; dos sociais; dos que não tem cú. Quero perto de mim pessoas que não tem fé, nem religião. Gosto dos vermelhos com chifres e não dos cabeludos com olhos azuis.
Sou intolerante com todo o resto.
2010-08-30
Dibobeira
Depois de arrastar corrente a noite inteira, acordo com a sensação do peso do mundo em minhas costas. O dia e hoje, sempre, agora mesmo... tudo novo. Gosto de fingir que as coisas vão ficar bem... Quase não desisto. Conversamos. Era tarde. Cedo ou tarde? Madrugada e nós não tínhamos sono. Nos encontramos quase que por acaso, ela pensa que foi por acaso. Eu meio que senti muito novamente. Ela não sei... Não há como saber. Ficou falando em filosofia. Parece querer acreditar em rumos e é tudo tão vago. Tão fácil. Tão cheio de razão. A mim, me resta, a mim. Não me basto. "O amor é um roque com personalidade de pagode". Deixo o amor viver. Vai ser aquilo que o tempo quiser que seja. E, de verdade, nem ligo mais. Apenas sinto muito. Fico somente com aquela sensação de quando queremos comprar alguma coisa e o pai não deixa.. sim, mas nem choro. Só mudo o foco.
bla bla curriola
![]() |
| na estrada da vida |
E foi mais uma peça, mais um elenco, mais um bar, mais um porre, mais um pouco da minha maneira de me portar em público, mais um tanto de nós que estamos sempre tão próximos do sucesso. Já lá se foi e agora teremos outros caminho para percorrer. Parado não é possível, antes fosse.
Ainda sofro, um pouco, daquela doença antiga, daquele fogo. De certo não sou poeta, apenas romântico o suficiente para ser confundido com um chorão. Dor. Fingidor. Seriamos tão felizes se soubéssemos ser tão felizes.... Digo que estou satisfeito. Passei da fase de ser feliz. Sou apenas satisfeito. E deixo assim, bem dito, pra rimar, feito. Dito e feito. Não vou desistir de caminhar por ai sem rumo. Gosto de estradas. Apenas de estradas. Chegar é só parte.
Um dia te encontro numa esquina e te conheço.
2010-08-18
Um pouco de ódio
Tenho preguiça dessa gente moderna e cheia de cu frouxo. Desse povo espremido e sem gosto, que finge uma segurança desnecessária. Fazem questão de mostrar que acreditam que o mundo existe a partir deles. Vermes com auto-estima. Preguiça não é bem a palavra. Tenho nojo. Eu os mataria todos. Acuso-me. Não tenho o menor saco pra essa gente covarde e cheia de si. De longe, com suas roupas da moda parecem até legais e informadas, de perto são tão baratas e mesquinhas que não valem o peido da pior piranha barata de uma esquina qualquer da Lapa.
Deve haver, em algum idioma, uma palavra para esse ódio recalcado que sinto. Deve ser ódio, recalque com certeza.
Não tive as mesmas oportunidades e, no entanto, profano o solo de vocês com meu gosto duvidoso e minha maneira de enfiar o dedo em vossos cus. A cada encontro com um tipo desses, minha alma perde alguns pontos de vida. São da mesma espécie dos revolucionários festivos, dos rebeldes sem causa, dos acadêmicos sem paixão, dos funcionários públicos sangue sugas, dos burgueses que fedem e tantos outros tipos de vermes que me causariam um câncer se me forçasse a dizer todos. Estamos cercados por esse tipo de bicho escroto; nos festivais de arte, na imprensa, a porta dos teatros e cinemas, no desfile de modas, na TV; aqui e ali também. Serei eu um tipo de Erostrato? Deixo-me (te) a duvida.
Tecendo
Os dedos da mão estavam doloridos. Gastos pelo tempo de uso. Marcas de uma vida dedicada a teclar sem fim. Nas horas de lazer converso com os amigos que estão do outro lado do mundo. Ainda prefiro a intimidade das palavras escritas, não gosto de vídeos e do que eles podem dizer de você. As palavras dizem mais de mim do que minha imagem na tela do computador. Sempre gostei de me esconder atrás das palavras, mesmo as faladas são um refugio. Quando não disponho de um computador falo até me danar e que se danem os outros.
Papinho
Ando pelos becos escuros a procuro de um tanto de mim que se perdeu por ai. Cato os pedaços e junto-me em frangalhos para continuar a vida que se morreu na curva de uma vida passada. Hoje é tarde, mas amanha, que nem existe, há um lá que me aguarda sem mim. Oh! Manhã dos inícios. Tudo começa e termina com a mesma velocidade do pensamento. Recrio-me independente de mim e sou parte infinita dessa substancia toda que estamos mergulhados e que sou eu e você também. Nem mesmo existo agora e já existo agora, novo e de novo. Dentro de mim, há um tanto de mim, de tantos outros, que desconheço necessária e necessariamente. Nada é nada. Tudo é um nós sem eu, que se pudéssemos medir saberíamos o quanto somos indivisíveis. Eu sou você e você sou eu agora e por toda a eternidade. Quando nos desfazemos nos fazemos e o que me compõe, ora, agora, me decompõe em ato, no ato, em relação. A causa do efeito é que sempre há o efeito da causa, infinitamente infinito. Quem não consegue acompanhar os fatos, mova-se! Basta um pequeno passo e já não estamos no mesmo lugar. Um pequeno passo para o homem é sempre um grande passo para a humanidade.
2010-08-16
A correria
É Sábado e Domingo. Chego ao teatro do SESC Tijuca para apresentação da Flor de Mandacura. Um trabalho lindo da Cia Entreato. Mais um lindo trabalho da Cia. Eu estou junto com eles a uns 6 anos. Somos felizes. O palco precisa ser preparado para a apresentação. No camarim faço um lanchinho e dou boas risadas com os amigos. Figurino e maquiagem sempre impecáveis. Nada pode está fora do lugar. Faço três personagem: o Padre Enoque - Italiano. O Carranca - Bico nordestino, aprendiz de amarelo, inocentemente inteligente. O Sr. Doril - Dono da mercearia da cidade - Cabra macho e assustado.
Cantamos varias canções e tocamos. Tudo ao vivo. A peça termina, mas minha jornada só está começando. Corro para o camarim enquanto meus colegas vão receber o carinho das crianças. Agora só penso em todos do elenco da peça adulta, que estão me esperando para começar o espetáculo as 19h no Café do Teatro Glaucio Gil. Da Tijuca a Copacabana em menos de 50 minutos. Não posso respirar. Pego um táxi. Dia de jogo no "Maraca", tudo engarrafado. O Taxista sente minha dor e faz manobras arriscadas. Chego no Metrô da Saens Pena as 18:35. Vai dar merda. No trajeto vou pondo meu figurino. Tiro uma camisa, ponho outra. As pessoas me olham, mas parecem perceber que não sou um simples louco. Chego na estação Arco Verde as 18:59. A peça começaria as 19h. Ok. Vai atrasar mas chego. A estação do Metrô Arco Verde é profunda. Corro. Coração bate rápido. Acho que vou ter um troço. O Diretor me liga preocupado. Chego no teatro estão todos me aguardando para começar a peça. Entro no camarim. Dou um sorriso. Limpo a cara da maquiagem do outro espetáculo. Jogo o cabelo para trás. me posiciono junto aos coleguinhas, que são amigos. Cena. Começa o espetáculo da Anti-Cia de Teatro. (Teatro Irresponsável - Porque teatro é mais divertido quando se está bêbado). Estamos juntos a quase seis anos. Somos um grupo. Decidimos tudo juntos. Somos metidos a loucos e somos do contra. E adoramos beber. Acaba o espetáculo. Arrumo tudo e corremos para o bar mais próximo. Volto pra casa com um gostinho de alguma coisa vai bem. Posso tudo. Sigo.
Cantamos varias canções e tocamos. Tudo ao vivo. A peça termina, mas minha jornada só está começando. Corro para o camarim enquanto meus colegas vão receber o carinho das crianças. Agora só penso em todos do elenco da peça adulta, que estão me esperando para começar o espetáculo as 19h no Café do Teatro Glaucio Gil. Da Tijuca a Copacabana em menos de 50 minutos. Não posso respirar. Pego um táxi. Dia de jogo no "Maraca", tudo engarrafado. O Taxista sente minha dor e faz manobras arriscadas. Chego no Metrô da Saens Pena as 18:35. Vai dar merda. No trajeto vou pondo meu figurino. Tiro uma camisa, ponho outra. As pessoas me olham, mas parecem perceber que não sou um simples louco. Chego na estação Arco Verde as 18:59. A peça começaria as 19h. Ok. Vai atrasar mas chego. A estação do Metrô Arco Verde é profunda. Corro. Coração bate rápido. Acho que vou ter um troço. O Diretor me liga preocupado. Chego no teatro estão todos me aguardando para começar a peça. Entro no camarim. Dou um sorriso. Limpo a cara da maquiagem do outro espetáculo. Jogo o cabelo para trás. me posiciono junto aos coleguinhas, que são amigos. Cena. Começa o espetáculo da Anti-Cia de Teatro. (Teatro Irresponsável - Porque teatro é mais divertido quando se está bêbado). Estamos juntos a quase seis anos. Somos um grupo. Decidimos tudo juntos. Somos metidos a loucos e somos do contra. E adoramos beber. Acaba o espetáculo. Arrumo tudo e corremos para o bar mais próximo. Volto pra casa com um gostinho de alguma coisa vai bem. Posso tudo. Sigo.
2010-08-13
trequinho pra passar o tempo
Eu trabalho. Faço coisas em casa. Vou a praia. Pedalo até Vargem Grande, que é longe. Sou picado por mosquito. Nunca vejo TV, só quando frequento a casa dos amigos que gostam de ver TV. Sou meio paxá. Adoro mandar. Minha ex-mulher é morta. Pra mim é tipo Deus a tenha ou que o diabo a leve. Adoro comer pão com manteiga na casa dos outros, mas em casa só como com maionese heimans. Já fumei tanta maconha na vida, bem menos que o Bob Marley. Claro, o Bob era a maconha. Hoje em dia gosto só do cheiro. Se alguém for para "Amisterdan" traga um maço de maconha desmaconhada pra mim. Já dei uns tecos, sou meio louco nesse troço de ficar louco. Hoje bebo. Gosto de bebida forte. Gosto de ficar bêbado, mas não gosto de ressaca e odeio vomitar. Vivo na praia e fico bebado. Tipo: meu escritório é na praia. Leio pra tirar onde em festa. Adoro gente estranha. Mulher estranha é meu prato prediléto. Falar em prato, adoro feijão preto com carne. Não sou vagabundo... Vagabunda não tem o que fazer. Eu tenho muito o que fazer, apenas não faço. Seria anarquista, se possível fosse. Adoro boceta. Alias, o que seriam das mulheres se não fossem suas bocetas? Meus amigos podiam ter bocetas, seria legal se a gente pudesse ficar olhando as bocetas uns dos outros. Pau? Feio. Acho pau feio. Todo tipo. Nunca vi muitos, mas os que vi, não me chamaram pelo desejo. Adoro meus amigos gays, eles deviam ter bocetas. Todos nós devíamos ter bocetas. Ter boceta é mais divertido. Gosto tanto que agora mesmo, nem consigo pensar em outra coisa. Vou para de falar boceta. BOCETA.
Tem uma coisa outra que é muito boa além de bocetas: escrever no meu bloguinho. Seria feliz numa praia distante com meu computador e uma Internet rápida, bem rápida. Ah! E bocetas.
Agora to no twitter @macacopelado. Me siga lá.
2010-08-10
2010-08-03
2010-07-26
Murro
Então o puro osso ordinário da paixão tocou em mim novamente. Sempre a mesma ela e nós estamos nos entendendo como amigos. A cama fria continuará fria por incompatibilidade de ideias. Eu, um puto a gotejar gozo na ponta do pau duro e rosa e ela a rejeitar gozo por desgosto do meu corpo nu. A conta é simples: não me queres como homem. Basta apenas que eu aceite e siga com meu vigor pela vida, pingando vida. Estranho. Uma razão estranha e triste. A razão é sempre tão racional e simples. Se eu ainda não fosse tão peixe.
Viva minha vida de vagabundo. Tenho que dar exemplo de liberdade e isso custa caro.
2010-07-25
e precisa explicação?
Um palhaço não me deixa dormir. Zuni seu choro interminável pedindo vida. Faça-me existir! Exclama o palhaço chorão com raiva de bufão. Aqui, porém começa a moral da aventura. Nunca! Nunca! Sua voz rouca o impede de ser agudo com esplendor. Já foi coelho agora é monstro. Que é a vida? Um vale de amargura e desencanto. Um descontentamento extra vagante.
Dissimulei um vinho com cicuta e brindei a morte sem sentido. O suave gosto da vida é uma piada de mal gosto contada por um bom ator disposto.
Choro com força máxima. O alvo parece se afastar das flechas certeiras que erram os corações gelados da plateia que não se comove com o sofrimento do ator, mas se derrete com o drama falso do herói da trama.
Deus está lá... em algum lugar. Sei que ele existe porque ouvi falar. Devo crer para não queimar no fogo do inferno.
Deus com sua saia rodada e seu copo sempre transbordando de amor e misericórdia. Oração:
Oh! Deus, tem misecórdia dos que sofrem e extermina os que são felizes. Não presenteie ainda mais os ricos e suportai os frágeis como eu. Que na dor do amor eu seja furioso e forte. Não devo temer a mim mesmo. Amém.
Querido Deus, seu corpo azul dourado.
Choro com força máxima. O alvo parece se afastar das flechas certeiras que erram os corações gelados da plateia que não se comove com o sofrimento do ator, mas se derrete com o drama falso do herói da trama.
Deus está lá... em algum lugar. Sei que ele existe porque ouvi falar. Devo crer para não queimar no fogo do inferno.
Deus com sua saia rodada e seu copo sempre transbordando de amor e misericórdia. Oração:
Oh! Deus, tem misecórdia dos que sofrem e extermina os que são felizes. Não presenteie ainda mais os ricos e suportai os frágeis como eu. Que na dor do amor eu seja furioso e forte. Não devo temer a mim mesmo. Amém.
Querido Deus, seu corpo azul dourado.
Sade.
Então corremos nus e bêbados pela praia. Depois ela tentou chupar meu pau mole. Não dei a mínima e continuamos rindo um da cara do outro. Sabe neste dias em que horas dizem nada?
Só corremos nus pela praia. A praia era nossa e eu era dela. Se ele era minha? O que importa? De resto era só eu e ela. O mundo só rodava e mais nada. Éramos nós dois pra mim e a praia e o mundo inteiro. Eu poderia ir embora. Eu poderia ficar de pau duro. Eu poderia até matá-la. Ela continuaria correndo nua pela praia de areia branca tentando chupar meu pau mole nos momentos de descanso. Ela brilha no sol. A garrafa de bebida brilha no sol. Nós dois brilhamos no sol. O sol brilha no sol. Meu pau brilha no sol.
Só corremos nus pela praia. A praia era nossa e eu era dela. Se ele era minha? O que importa? De resto era só eu e ela. O mundo só rodava e mais nada. Éramos nós dois pra mim e a praia e o mundo inteiro. Eu poderia ir embora. Eu poderia ficar de pau duro. Eu poderia até matá-la. Ela continuaria correndo nua pela praia de areia branca tentando chupar meu pau mole nos momentos de descanso. Ela brilha no sol. A garrafa de bebida brilha no sol. Nós dois brilhamos no sol. O sol brilha no sol. Meu pau brilha no sol.
Deus, seja lá o que o senhor for, nunca deixe eu acordar deste sonho.
2010-07-23
Raio
Sabe naqueles dias em que não importa o que acontece,
voce continua sorrindo e amando e tudo é cor até preto e branco.
Eu estou babaca! Isso não é lindo.
Tem dia assim e dia assado. Hoje é assim assado. Estou que é uma fruta.
voce continua sorrindo e amando e tudo é cor até preto e branco.
Eu estou babaca! Isso não é lindo.
Tem dia assim e dia assado. Hoje é assim assado. Estou que é uma fruta.
2010-07-20
2010-07-14
Historia de amor - isso não basta
Natal passou. Foi tranquilo. Apenas uma sensação de ter esquecido alguém. Ou de ter sido esquecido por alguém. Como se faltasse algo. Engraçado. Não nos ligamos. Um dia foi uma família. Agora é só mesmo.
Um sábado qualquer. Vago. Vazio mesmo. Nem tão solitário. Sem sentido. Vou curtir um pouco essa baderna. Essa baderna me excita. Fico pensando comigo mesmo. É importante refletir. Pensar só. Só pensar. Saudade? Sim. Dela? Também. Dos tempos com ela? Também. Um nó na garganta. Sinto cheiro de puta merda. Tenho ódio. Imagino o choro. Se tivesse coragem bateria com a cabeça numa parede e deixaria o sangue escorrer pelo rosto. Acenderia um cigarro e caminharia. Fumando um cigarro e sangrando pelas ruas da cidade. Vou quebrar algumas garrafas para aliviar a tensão, depois de esvaziá-las para aliviar a tensão. Chego a um ponto que deixo de acreditar em nós. Na humanidade. (brega) Sem muito sofrimento. Deixei de acreditar no amor. Nessas coisas que só acontecem nos filmes, nas belas histórias de amor. Chorei. São lágrimas salgadas e cristalinas. Essa vontade de cuidar um do outro não existe, nunca existiu. Foi só uma ilusão. Pensei, por um momento, que cuidaria dela ate a velhice. Amei mesmo. Agora preciso abrir meus olhos e cuidar de mim. Sou um cara mal. Duro mesmo. Durão. De cara amarrada. Solitário de restos e sobras. Fico assim até encontrar um novo amor, quando tudo voltará a ser belo. Suportável ilusão.
Então vai lá. Boa viagem. Seja feliz em sua nova vida. Isso é o que importa. Ser feliz é o que importa. Ao menos tentar. Pensei que comigo você seria diferente, mas você age sempre desta maneira. Beleza vai lá. Pior é me sentir como os outros. Segue em frente. Nem precisa olhar para trás, melhor não olhar. A vida é sua. Você não precisa de ninguém. Vai lá. Boa viagem.
Sabe quando faz sol fora do seu apartamento,
mas chove dentro do teu quarto? É isso
Trabalhou até desistir
Resistiu até sucumbir
Jaz aqui o morto
Uísque combina com qualquer assunto
Uísque combina com qualquer assunto
Eu sou insuportável: sou metido, falastrão, cago regras, me acho o melhor em tudo, gosto de discutir relação, adoro conversas longas, bebo bastante, não sou generoso, não tenho dinheiro, não sirvo para nada, não acredito em fidelidade, não gosto de trabalhar, não vou a igreja, julgo o mundo sentado na mesa de um bar, fumo, sou gordo, não sou educado, falo palavrão, fujo de briga, sou tarado, punheteiro safado, freqüento inferninhos, durmo demais, chego atrasado, sou egocêntrico, chato, engraçadinho, ando de cueca pela casa, não quero ter filhos, gozo na cara, adoro miojo com salsicha, sou anarquista, to pouco me fudendo para o meio ambiente e tenho poucas qualidades.
Procuro mulher do mesmo jeitinho para relacionamento aberto sem compromisso. Garanto boas risadas e muitas gosadas. Quem se interessar favor deixar um recado em minha caixa postal.
Tudopassatudofilmetudotrajetóriatudohistória
Assinar:
Postagens (Atom)
